Archive for the ‘Lojas e Restaurantes’ Category

Mocotó

25 de outubro de 2009

Não vou dar muitos detalhes, se você quiser saber mais pode ler o que o Edu Luz, a Neide Rigo e até mesmo o falecido e saudoso Saul Galvão já escreveram.

É tudo o que eles falaram e mais, então escrevo aqui apenas para dizer: vai que vale a pena!

Atolado de Bode

Pode comer o torresminho, super crocante e com uma carninha suculenta,  o bolinho de tapioca com queijo coalho frito, que vem acompanhado por uma puta geléia de pimenta, o caldo de mocotó, a favada, o baião de dois, a carne de sol com alho assado e pimenta biquinho, o pudim de tapioca com leite de coco e tudo o mais que estiver no cardápio. Só pulo o chips de mandioca, a idéia é boa e a cara também, mas acho que porque é feito com antecedência, fica com gosto de fritura…

Experimentei tudo isso e a conta deu R$62,00, ótimo preço, levando-se em consideração que essa comida toda dava pra dois. Ah, e só vale a pena mesmo se você chegar cedo, por que depois das 12h30, a fila é insuportável.

Mocotó
Av. Nossa Senhora do Loreto, 1.100, Vila Medeiros – São Paulo
www.mocoto.com.br
2951-3056

Restaurant Week de 31.08 à 13.09

26 de agosto de 2009

Levando em consideração a localização e o cardápio, esses são os restaurantes que eu gostaria de visitar neste próximo Restaurant Week:

  • Bistrô Charlô
  • Boa Bistrô
  • Dois
  • La Brasserie Erick Jacquin
  • Marcel?
  • Picchi

Jantar da tia Keti

1 de junho de 2009

Criar o Armazém S.A. foi uma ótima idéia. Tenho conhecido diversas pessoas bacanas, ido a lugares que antes nem saberia que existiam, além de poder  compartilhar as minhas idéias sobre comida.

Uma das últimas experiências que o Armazém S.A. me proporcionou foi um convite para um jantar grego. O Victor, que trabalha comigo e todo mundo chama de Grego, tem pais gregos e me disse que sua mãe faria um jantar para que eu pudesse postar aqui. Feito!

Chegando à casa da Tia Keti (é assim como todos chamam a mãe do Grego) depois das apresentações e cumprimentos, fiquei batendo um papo com o Grego perto da mesinha dos aperitivos. Tinha vários tipos de pães e patês. Ele me disse que os patês eram todos normais, exceto por um branquinho, de taramas.

A tia Keti apareceu e a primeira frase que ela me disse foi: “Mas isso você não vai conseguir fazer não!”. E era verdade. Taramas são ovas de peixe, geralmente de bacalhau, que não se acha aqui em São Paulo. A tia Keti trouxe os dela da Grécia e me mostrou que tinha mais no freezer.

Que delícia. Muito melhor do que todos os outros tipos de caviar que já provei, o pate de taramas é feito com azeite, limão e outros ingredientes que não me recordo (não me preocupei em memorizar, já que não conseguiria fazer). Tem o sabor leve, super fresco, e deixa na boca um gostinho muito bom de ovas de peixe e limão.

De entrada, uma bela salada, com tomate, cebola, pepinos, azeitonas pretas, azeite grego e queijo feta.

Salada Grega

Os pratos principais estavam uma delícia e a mesa estava assim:

Pratos principais

Do lado esquerdo, dolmadakia, acima, kritharáki me arni, do lado direito, spanakopita e, abaixo, moussaká. Entre a dolmadakia e o kritharáki, tsatsiki.

Não entendeu? Literalmente, estou falando grego! Ok, a tradução:

Dolmadakia: charutos de folha de uva recheados com arroz e carne, que a tia Keti falou para comer com colheradas de tsatsiki por cima. As palavras da tia Keti são uma ordem!

Tsatsiki: coalhada. Feita pela tia Keti, regada com um bom azeite grego, das melhores que eu já comi!

Kritharáki me Arni: kritharáki é aquele macarrãozinho em formato de arroz e a tia Keti preparou com arni, carne de carneiro, e molho de tomate. Ficou muito, muito bom!

Spanakopita: torta de espinafre, que estava uma delícia e eu comi de entrada, com a salada.

Moussaká: beringela, carne moída, molho béchamel. A melhor moussaká que  já comi!

Moussaká

De sobremesa, baklavá e um mousse de manga – esse, brasileiro.

Baklavá

O baklavá é uma massa folhada recheada com nozes e humidecida com um xarope docinho. Os da tia Keti estavam perfeitos, também dos melhores que já comi!

Esse jantar maravilhoso foi acompanhado de muitos amigos e diversas risadas. Perfeito! E pra falar a verdade, a primeira frase que a tia Keti me falou vale para todos os pratos do jantar. Eu não vou conseguir fazer nenhum dos pratos dela. Simplesmente porque são pratos feitos com carinho, com amor de mãe, e esses são difíceis de bater!

Casa dos Cariris

26 de abril de 2009

Amo a comida mexicana e tenho tido pouquíssimas oportunidades de degustar uma que seja ‘de verdade’. Dentre as minhas últimas tentativas, está um taco muito sem graça que eu fiz em casa, um poblano mole em lata que uma colega mexicana trouxe do México e que estava super apimentado, e por aí vai!

Por isso, não podia ter ficado mais feliz quando ouvi falar da Casa dos Cariris, do casal mexicano Lourdes e Felipe. Os jantares e almoços acontecem na casa deles e você precisa conhecer alguém que já esteve lá e te passa o e-mail da Lourdes, envia um e-mail para ela para fazer parte do mailing e aguarda o convite. 

Fui lá! Por coincidência, me sentei com o Julinho e a Talita, do blog Papo de Boteco, que já acompanhava, do Alberto, do blog Carne Crua, que agora acompanho, da Cecília e do Leonardo.  

Para descrever o cardápio, copio abaixo fragmentos do e-mail convite enviado pela Lourdes, que além de cozinhar, também escreve maravilhosamente bem. 

Não fique com medo. Esses jantares acontecem pouquíssimas vezes. Preciso colocar um monte de gente a comprar coisas em lugares distantes, levar na hora certa, embrulhado de certa maneira e depois gastar em quarenta chamadas de longa distância para que Felipe não se esqueça de guardar tudo nas malas. Esta vez ele só esqueceu as tortillas, as gorditas e os sopés feitos a mão. Não adianta.

E olha que eu sofri: Felipe, os escamoles têm que ficar na geladeira. Felipe, não esqueça os escamoles, Felipe, eles são muito delicados. Felipe, quer que eu ligue antes de você sair para o aeroporto para fazer um check list?…

O RITUAL E O CARDÁPIO

  • Começaremos com uma tostada de cebiche. Só que este cebiche leva tomatillo verde e chile manzano. Ô, falei tomatillo, o que significa não o tomate, que já em si é uma delícia, se não aquele outro miúdo, de sabor concentrado, silvestre e selvagem.E claro, tostadas de forno, só milho e textura.
  • Depois abalone, das águas frias do mar de Cortés, com esse seu sabor intenso de mar e correntezas, emoldurado por esse plebeu tarado conhecido como chipotle.
  • Calamares (lulas) Manchez para voltar a território mais conhecido. O verniz de beterraba dá um sei lá que divertido a essas lulas quase picantes.

Aqui, uma pequena pausa. PAUSA.

E eu não devia, não, porque as únicas bebidas incluídas no preço são águas e refrigerantes, e uma margarita de boas vindas na chegada. Mas tudo bem, aqui é preciso fazer um brinde, lavar a boca ou suja–lá –bem melhor- dessa outra bebida de agave que é o mezcal. Só um pouquinho, é boa, não é? Salud!

  • E agora os escamoles, sem comentários. São vocês que falarão depois, se quiserem.

NOVA PAUSA. Posso falar mais uma coisa? É melhor você ir sabendo porque MÉXICO É O PAÍS DO OTIMISMO… Porque frente à morte ainda temos o último recurso do VUELVE A LA VIDA (Volta à vida, bicho)

  • Vuelve a la vida para todos, que ainda faltam os pratos principais.
  • Arroz com cola de buey cozinhada em vinho e 5 chiles secos com cuitlacoche. É, o cuitlacoche é aquele cogumelo preto que cresce no milho, é o mesmo. E esse é um prato bom. Os calamares Manchez e esse são de Benito Molina, chef querido e amigo talentoso.

E agora sim, a verdadeira surpresa. Inédita, obscena (fora de cena) transgressora… 

  • No México, junto com as famosas carnitas (de suíno, fritas, torradinhas) os feriados e sobretudo nos domingos, se vende para levar ou comer nos lugares certos, barbacoa; que significa carne feita num buraco –en pan piensa quien hambre tiene- bom, e parte do ritual de comer essa carne de borrego, é o molho que a veste, molho feito com pulque.

O pulque também é uma bebida de agave, só que a diferencia do tequila e do mezcal que são destilados, ele se consume como uma bebida fermentada. Para obtenção do pulque, os tlachiqueros –vem de tlachique, pulque sem fermentar- se apropriam da parte central ou “coração” do maguey, raspam sua cavidade com uma colher e protegem a “ferida” que se formou usando as folhas (pencas) que já foram arrancadas. Dai vai brotar o aguamiel, a seiva da planta, e eu já viajei quilômetros para bebê-la. Fermentado o aguamiel se transformará em pulque. Bom, o pulque não viaja, é uma bebida que morre logo, que além disso é mal vista, tem baba, as pessoas têm preconceito, virou a bebida dos pobres, dos “índios” a partir da Revolução. Bebida esquisita, dizem. Mas tacos de barbacoa sem salsa borracha era melhor nem pensar em barbacoa. E eu risquei esse prato de meu caderno… Até agora. ¡Estou com pulque em casa! ¡Vou fazer salsa borracha! Vocês vão comer barbacoa cozinhada no vapor na cutícula do maguey. E com tortillas quentes vão colocar pedaços de cordeiro e salsa borracha e fazer um taco. É isso. E assim como as entradinhas, deixem a sobremesa comigo. Prometo que não ficarão desapontados demais. FINAL DA HISTÓRIA

O e-mail da Lourdes continua, e conta a aventura que foi o voô do Felipe com os escamoles do México para São Paulo, fantástica. 

Este foi, sem sombra de dúvidas, um dos melhores jantares da minha vida. Os escamoles e o arroz com cola de buey cozinhada em vinho e 5 chiles secos com cuitlacoche entram nos 10 melhores pratos que eu já comi. Foram os que eu mais gostei e vou sonhar com o dia que a Lourdes e o Felipe vão conseguir trazer mais um pouco dos ingredientes necessários para São Paulo, ou no dia que eu for ao México. 

Poderia continuar escrevendo sobre o jantar por muito e muito tempo, mas, por agora, prefiro continuar digerindo esta saborosa experência enquanto vocês digerrem o também saboroso texto da Lourdes.

Yougurberry

20 de abril de 2009

Outro dia, caminhando pela Lorena, passei na frente da Yougurberry e fui com a cara do lugar: é moderno, sem ser pretensioso demais e me pareceu… arejado! A fila saia na rua e eu não quis esperar. 

Yougurberry

Hoje estava mais tranquilo e parei.  Pedi um sorvete de iogurte pequeno, sabor tradicional, com morango e mirtilo.  O sorvete é bem gostoso, não muito doce, suave. Com o morango e o mirtilo foi uma boa combinação (óbvia, é verdade) . O pote pequeno custou R$7,00, mais R$1,50 da ‘cobertura’ de morango e R$2,00 da de mirtilo. O outro sabor de iogurte é chá verde, que eu também experimentei e gostei. 

Yougurberry

Além desses acompanhamentos, tem também amora, manga, kiwi e outras frutas, algumas castanhas e coberturas como mel e chocolate. Se não exagerar neles, o yougurberry ainda é bem saudável, tem puca caloria e gordura. 

Eles também fazem um smoothie que pareceu ser gostoso, e vai ser a minha próxima pedida quando voltar lá.

Yougurberry
www.yougurberry.com.br
Al. Lorena, 1428 – Jardim Paulista
11-3081-4908

Meu Sushi

8 de abril de 2009

Hoje o Edu, que trabalha comigo, apareceu no escritório com 3 caixinhas do Meu Sushi. O restaurante é de um amigo dele, não sei se tinha um aniversário no meio, um almoço, sobrou sushi, etc. Eu só tinha almoçado um pedaço de torta, então me preocupei menos com essa parte e mais com a parte “você também trouxe hashi e molho de soja?”

Fiquei impressionado com a apresentação:

Bonito, né?

Procurei no site e não achei o que veio na primeira caixinha, mas ela era assim:

Combinado

Estava tudo uma delícia, os sushis muito bem preparados e saborosos, com camarão, polvo e o sashimi de salmão tão bom quanto sashimi para viagem pode ser. O único que estava médio era o sashimi de atum. 

Na segunda veio hot holl (10 unidades à R$15,40), muito melhor do que eu esperava, e na terceira uns bolinhos de soja que estavam deliciosos, salgados mas com um toque de canela, ou algo doce, não sei. 

Comi uma caixinha e meia e fiquei bem cheio (também teve o pedaço de torta…)!

Tenho certeza que o Meu Sushi vai se destacar em seu delivery: o cardápio é amplo e os preços variam entre R$9,07 para o combinado com 4 unidades à R$58,62, com 32 unidades de sushi e sashimi, para 3 pessoas.

Não consegui ver no site a área do delivery, mas vale consultar. Também vale consultar o link ‘Empresa’, que mostra a preocupação deles com a sua marca, seu conceito e com a belíssima identidade visual.

Meu Sushi
www.meusushi.com.br
Al. Campinas, 1179 – Jardim Paulista
11-3051-6701

Pão – Padaria Artesanal Orgânica

20 de março de 2009

Quase todos os dias passo em frente a Pão, na rua Bela Cintra, e aproveito para procurar por uma vaga, estacionar o carro e fazer uma visita. Nunca encontrei, até hoje.

A padaria é minúscula, mas muito acolhedora. Feita com madeira de demolição, tem um balcão do lado direito, que dá para a pequena cozinha e três mesinhas do lado esquerdo, abaixo de uma bela coleção de livros de culinária. O caixa fica nos fundos.

Os produtos são orgânicos e feitos com ingredientes de primeira. Comi um Gougère – “pão de queijo estilo francês com tomilho e pimenta rosa” que são suaves, super macios, deliciosos.

Experimentei um Bombom de Coco, Cacau e Mel, que não gostei tanto. É sem açucar e eu gosto de doce bem doce! Comi um Biscotti com Amêndoas e Raspas de Laranja e pedi para embrulhar mais dois: estes, para mim. O gosto de laranja aparece no final, é marcante.

Por último, pedi para embrulhar uma fatia de Cake aux Olives, um “bolo de azeitonas com azeite extra virgem e vinho branco”. A Camila e a Alice, as simpáticas atendentes, me aconselharam a esquentá-lo na chapa e comer com um fio de azeite. Feito! Muito bom e eles vendem o bolo inteiro, é o petisco ideal para um almoço de domingo.

Os preços e os cardápios estão no site da Pão, vale a pena visitar. O site e a padaria em si.

Na semana que vem volto lá, experimento mais alguns ítens e posto uma entrevista com o Rafael e o Carlos. O Rafael é o dono e criador das receitas, o Carlos é o padeiro e quem aprimorou algumas delas. Ambos estão de parabéns!

Pão – Padaria Artesanal Orgânica
Rua Bela Cintra, 1.618 – Jardins
11-3384-6900

Fim do Restaurant Week

13 de março de 2009

O Restaurant Week acaba hoje e tive a oportunidade de ir em apenas dois restaurantes participantes da promoção: Shimo e Odeon.

Shimo

O menu do Shimo não dava opções para o almoço e a entrada foi um delicioso Ceviche Limeño e o prato principal um combinado de Sushis que deixou eu e o Tonico, um amigo que me acompanhava, com fome. A sobremesa… o Tonico gostou mais do que eu, eu nem me lembro o que era e olha que fui lá na semana passada.

Agora, o atendimento… Foi o pior possível, a espera entre um prato e outro foi interminável e na hora de pagar a conta a garçonete não conseguiu passar o cartão. Chamou o maitre e ele passou no crédito, sendo que eu pedi que fosse no débito. E olha que a casa não estava cheia, nem tive que pegar fila como o Luiz Américo

Odeon

De entrada comi “Moules Marinieres, mexilhões frescos ao creme de ervas e vinho branco e pãezinhos”, muito, muito bom. Os pães estavam quentinhos e macios e o caldinho dos mexilhões uma delícia. 

O prato principal foi um “Siwa, tajine de paleta de cordeiro lentamente cozida em panela de barro com especiarias e ervas, mini legumes & arroz de gengibre”. Na primeira garfada, achei que não fosse gostar mas depois misturei tudo no prato, o cordeiro e seu caldo no arroz, e achei delicioso. O cordeiro estava suculento e macio, desmanchando no garfo.

Siwa

A sobremesa eles chamam de “Dona Nena”, um “Parfait de frutas vermelhas & Chantili de iogurte e hortelã” que estava… média. 

O atendimento foi impecável, todo mundo muito simpático e não sei se por erro ou por eu ter pedido o menu do Restaurant Week, não colocaram e nem me ofereceram o couvert, o que me agradou. Não aconteceu o mesmo com o pessoal da Folha

Vi que eles tem um menu executivo a R$32,00 durante a semana, então acho que voltarei lá quando der.

Total: menos de R$30,00 em cada, com bebida, 10% (que eu não deveria ter pago no Shimo!) e o R$1,00 doado para a Ação Criança.

Compras no Mercadão

1 de março de 2009

Atualmente, meu autor preferido é o Michael Ruhlman e, inspirado nele, fiz as minhas últimas compras no Mercadão, neste sábado:

Vai demorar, mas com certeza irei postar estas receitas. Já o motivo para eu ter voltado ao Mercadão, posto ainda esta semana, pois foi muito especial.

Restaurant Week

27 de fevereiro de 2009

Restaurant Week

Começa na próxima segunda-feira, aqui em São Paulo, o Restaurant Week.  O evento, que já está em sua terceira edição, tem um conceito muito bacana: torna bons restaurantes acessíveis e contribui com uma boa causa, a Ação Criança

Nos últimos dois anos comi muito bem em restaurantes como Trindade, Gattoria Bistrô e outros dois ou três que não me lembro bem. 

Este ano, os que mais me animaram foram Bistrô Charlô, EñeSal Gastronomia e, com certeza, La Risotteria Alessandro Segato, com galantine de coelho sobre salada de feijões brancos “em garrafa” de entrada, risoto ao curry com ragú de rabada de vitela como prato principal e “cheesecake” caramelado ao manjericão, sobre espelho de Goiaba de sobremesa. 

Cheesecake caramelado ao manjericão, sobre espelho de Goiaba

O preço dos menus com entrada, prato principal e sobremesa é de R$25,00 no almoço e R$39,00 no jantar, com mais R$1,00 que será doado para a Ação Criança. Deve-se tomar cuidado com os couverts, que podem encarecer bem a conta em alguns desses restaurantes, e com as bebidas. 

Para ver todos os restaurantes que estão participando e seus menus, acessem o site do Restaurant Week.